Atos de Governo | Encerramento do Palácio Apostólico
C Â M A R A A P O S T Ó L I C A
Durante o processo de encerramento, foi realizado um inventário completo e detalhado de todos os objetos, documentos e itens de valor localizados nos aposentos e espaços restritos. O inventário incluiu: I. Livros e documentos oficiais. II. Objetos litúrgicos e de uso pessoal do Romano Pontífice. III. Selos, insígnias e outros símbolos pontifícios que permanecerão sob custódia até a eleição do novo Papa.
O inventário foi assinado pelo Cardeal Camerlengo, pelos Prelados Assistentes e pelas testemunhas presentes, sendo arquivado nos registros oficiais do Vaticano.
Após a conclusão da selagem e do inventário, o Cardeal Camerlengo declarou oficialmente a clausura do Palácio Apostólico, restringindo totalmente o acesso às áreas internas. Foi reforçado que, durante o período de Sé Vacante, somente pessoas autorizadas terão permissão para entrar em áreas específicas, sempre mediante consentimento do Cardeal Camerlengo.
Durante a cerimônia, foram relembradas e reforçadas as normas de conduta e clausura estabelecidas pela Constituição Apostólica Universi Dominici Gregis: I. É estritamente proibido o repasse de informações, a comunicação externa ou a remoção de quaisquer documentos do Palácio Apostólico sem a devida autorização. II. O descumprimento dessas normas resultará em sanções canônicas e outras medidas, conforme determinado pela legislação eclesiástica, após a eleição do novo Pontífice.
Dado e passado em Roma, na Sé Vacante, aos vinte dias do mês de janeiro do ano de dois mil e vinte e seis.

